Artista holandês acusa FIESP de plagio por pato amarelo (é sério)

Nas manifestações que vem ocorrendo desde a releição de Dilma, vimos por várias vezes em fotos e até na cobertura ao vivo, realizada pelos canais de televisão – o tal pato amarelo. Para quem não sabe, o pato amarelo inflável gigante, é uma iniciativa da FIESP (Federação das Industrias do Estado de São Paulo), da campanha “Não vou pagar o pato”, que pode ser conferida aqui ou aqui.

Tudo estava muito lindo até que o artista plástico holandês Florentij Hofman resolveu acusar a Fiesp de plágio. Ele diz que o “pato de borracha da FIESP” é uma cópia de sua obra, o Rubber Duck (literalmente “pato de borracha”).

O pato amarelo da FIESP, foi fabricado em Guarulhos – se não a concidência, a mesma fábrica foi responsável pela “obra de arte” de Hofman.

Em entrevista a BBC, Hofman afirmou que a FIESP transformou o projeto artístico original em uma “paródia política” e que o uso do desenho é “ilegal” e “infringe direitos autorais artísticos”.

Por outro lado a FIESP afirma que não se inspirou no “artista”, e sim nos patinhos amarelos de banheira.

Já de réplica, o “artista”, diz que isso é apenas uma cortina de fumaça lançada pela FIESP e que o pato é exatamente igual.

Não vou pagar o pato - em foto de divulgação.

Não vou pagar o pato – em foto de divulgação.

 

Nota da redação: Talvez você tenha percebido que as menções ao “artista”, neste texto, estão entre aspas. Não foi mencionado desta forma para desdenhar ou desqualificar o “artista” em questão – mas se posicionar em favor do pato amarelo gigante utilizado pela FIESP. Enviamos um e-mail ao artista pedindo “de quem é a patente do pato de borracha original” e até o momento desta publicação, não tivemos resposta.