7 coisas que o comunismo da Coreia do Norte faz para provocar o resto do mundo



1. Fax ameaçadores

A Coreia do Norte costuma divulgar que realiza testes com armamentos pesados, levando a Coreia do Sul a fazer reclamações internacionais sobre o perigo dessas “supostas” armas. Por isso, em 2013, o Ministério da Defesa da Coreia do Sul recebeu um fax ameaçador da Coreia do Norte rechaçando esses protestos, que foram chamados de “insulto” pelo Governo norte-coreano.1

2. Golpe da barriga

Estrangeiros, principalmente japoneses, sul-coreanos e jornalistas de outras partes do mundo, recebem uma espécie de guia quando conseguem entrar na Coreia do Norte. Para os homens, esses guias costumam ser mulheres sedutoras, que tentam flertar com os estrangeiros. Meses depois, elas “misteriosamente” aparecem grávidas, e o Governo reivindica que os homens enviem dinheiro para o sustento da criança.
Claro que tudo não passa de um golpe, já que o dinheiro vai diretamente para o Governo – as mulheres muitas vezes nem engravidaram! Porém, quando isso acontece de fato, também é algo bom para a Coreia do Norte, pois existe a possibilidade de criar um agente espião com dupla nacionalidade desde o berço!2

3. Construções gigantes

Você se lembra daquela provocação infantil do “o meu é maior que o se-eeeu”? A Coreia do Norte leva isso ao pé da letra: na década de 1980, eles construíram um mastro de 160 metros de altura, em uma aldeia próxima da zona desmilitarizada entre as duas Coreias, só para ser mais alto que o mastro de 98 metros feito pela Coreia do Sul alguns meses antes.
E não para por aí: por conta dos Jogos Olímpicos de Seul, em 1988, a Coreia do Sul chamou a atenção dos esportistas do mundo todo. Sua vizinha do norte, por pirraça, construiu o maior estádio do mundo na época, o Primeiro de Maio. Ainda nessa década, a Coreia do Norte também começou a construção de um hotel altíssimo para ser maior que um recém-inaugurado na Coreia do Sul.3

4. Lançamento de lixo

A tensão entre as duas Coreias é assustadora, mas gera momentos cômicos. Na zona desmilitarizada, a Coreia do Sul colocou enormes alto falantes direcionados para o norte em que tocava músicas K-pop. A bizarrice era uma forma de retaliação contra os testes nucleares da Coreia do Norte no começo deste ano.
E você faz ideia de como a Coreia do Norte respondeu? Enviando balões carregados de propaganda e lixo para o sul! Papéis higiênicos usados e bitucas de cigarro estavam entre as nojeiras enviadas pelo país, que já acusou o presidente sul-coreano de ser justamente “um lixo”.4

5. Publicidade em grandes jornais ocidentais

Entre 1960 e 1997, era comum algum jornal como The New York Times e The Washington Post trazer anúncios de página inteira vangloriando feitos da Coreia do Norte e de seus primeiros-ministros, Kim II Sung e Kim Jong II. Claro que eram anúncios pagos, mostrando “heróis” locais. Só que na Coreia do Norte isso era mostrado como a mídia estrangeira se rendendo aos encantos do país. É mole?5

6. Fraude de seguros

O dinheiro para financiar o estilo de vida dos líderes norte-coreanos precisa vir de algum lugar, certo? Especialistas acreditam que o tráfico de armas e de drogas é um dos que mais financia o Governo, mas que a aplicação de golpes em empresas de seguro também tem rendido milhões ao país! As maiores seguradoras do mundo já sofreram grandes perdas para o Governo norte-coreano, que, supostamente, falsifica provas de acidentes aéreos, por exemplo.6

7. Cigarros falsificados

Os cigarros são os bens ilícitos mais fáceis de serem contrabandeados. A Coreia do Norte começou a falsificação na década de 1990, ampliando-a consideravelmente a partir da virada do milênio. Estima-se que, anualmente, o país lucre US$ 160 milhões com Marlboros vendidos ilegalmente nos Estados Unidos.7


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